Computador deixou de arrancar
Boa noite e BOAS FESTAS:
Tenho um portátil COMPAQ -Presario CQ61 – 325 SP, com o Windows 10, já com alguma idade e que ficou cerca de 6 meses sem funcionar.
Passado este tempo tentei colocá-lo em funcionamento ligado à corrente (uma vez que como era de esperar a bateria deixou de carregar), mas não consegui.
Assim que ligo o botão ele começa a arrancar, mas após 2 ou 3 segundos desliga-se.
Já fiz várias tentativas com ele ligado à tomada, mas o comportamento foi sempre o mesmo.
Há algum procedimento “truque” que me permita arrancar e funcionar normalmente, com ele ligado à tomada?
Antecipadamente grato:
A.LOPES
Amigo,
a situação descrita denuncia uma bateria que deve consistir num conjunto de 6 células 18650 – lítio (o mais habitual).
Ora, pelo tempo que a bateria terá passado guardada, com carga abaixo de 40% da sua carga, a bateria (conjunto de todas as células) não é reconhecida pelo sistema BMS do seu PC.
Basta que uma célula esteja defeituosa para que o pack seja rejeitado e, portanto, a recarga nem chega a iniciar-se, o que não quer dizer que todas as células contidas na bateria não possam ser recuperadas, mas para tal é preciso ter alguns conhecimentos.
* A propósito digo-lhe que nunca deve deixar nenhuma bateria de lítio (18650) baixar dos 20% e nunca a carregar acima dos 80%.
Portanto, se não tem conhecimentos(ou amizades) que lhe possam abrir o plástico da bateria para ter acesso às células (provavelmente 6), a solução simplóide é comprar um novo pack da marca (ou de formato e tensão equivalentes – há muitas nos Chinas), embora eu fique com pena pois, muitas vezes, é apenas uma ou duas das células que estão mortas e cada uma delas custará entre 8 e 15€.
Esta cena é semelhante à dos automóveis elétricos; se uma célula falhar vai ter de repor a bateria (todo o conjunto de 300-800 células), pois nenhuma marca lhe substitui apenas uma das células e, além do trabalho, a bateria custar-lhe-á um preço jeitoso… (é só regular-se pelo preço de CADA UMA das células)!
Esta é apenas uma mera opinião dum ‘estudioso’ do assunto…
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Rogério de Sousa
* Porto